Capítulo 2 — Sistemas computacionais
Mapa da aula
Aula 02 publicada. Mapa, exemplo, EX004.
flowchart TD
N0["2.1 Partes de um sistema"]
N1["2.2 Pontos de interação"]
N2["2.3 Uma jornada do usuário"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3
N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
EX --> Q["Exercício EX004"]
Desenho lógico
flowchart LR
N0["2.1 Partes de um sistema"]
N1["2.2 Pontos de interação"]
N2["2.3 Uma jornada do usuário"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX004"]
[2.1 Partes de um sistema]
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v
[2.2 Pontos de interação]
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v
[2.3 Uma jornada do usuário]
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v
[Síntese]
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v
[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX004]
Objetivos de aprendizagem
Você vai (1) descrever as partes de um sistema computacional que os funcionários usam no dia a dia; (2) identificar onde as pessoas interagem com a segurança; (3) mapear uma jornada simples do usuário.
2.1 Partes de um sistema
Um sistema computacional inclui hardware, software, dados, redes e as pessoas que os usam. Na Ashcombe, os funcionários usam computadores de mesa compartilhados nos balcões, notebooks nos escritórios e um sistema de gestão da biblioteca que guarda os cadastros dos usuários. Os computadores públicos são usados pelos visitantes. Nadia aprende que a segurança depende de todas essas partes funcionarem juntas. Uma política forte de senhas no sistema de gestão pouco significa se os funcionários deixam os computadores do balcão logados enquanto atendem os usuários, porque muitas vezes é a interação mais fraca que decide o resultado, e não o controle técnico mais forte.
2.2 Pontos de interação
Nadia lista os pontos em que os funcionários interagem com a segurança: fazer login no início dos turnos, bloquear a tela ao se afastar, tratar pedidos de dados de usuários, abrir e-mails e aprovar atualizações de software. Cada ponto exige atenção e tempo. Adams e Sasse (1999) mostraram que os usuários têm dificuldade com mecanismos de segurança que não se encaixam em seu trabalho, e que eles não são o inimigo, mas pessoas tentando fazer seu trabalho. Mapear esses pontos ajuda Nadia a ver onde o sistema exige demais das pessoas e onde o design poderia ajudá-las.
2.3 Uma jornada do usuário
Nadia mapeia a jornada de um atendente de balcão durante uma manhã movimentada: fazer login, atender os usuários, afastar-se para buscar um livro, voltar, responder a uma consulta por telefone e verificar o e-mail entre um atendimento e outro. Ela observa que bloquear a tela a cada vez leva vários segundos e exige digitar a senha de novo. Os atendentes muitas vezes deixam as telas desbloqueadas porque as filas se formam rapidamente. Ela sugere um bloqueio automático curto com desbloqueio por cartão de aproximação. O mapa mostra que o problema está no encaixe entre a tarefa e o controle, e não na atitude dos funcionários.
Exemplo resolvido
Nadia lista as partes do sistema, identifica os pontos de interação e mapeia a jornada de um atendente de balcão para sugerir o desbloqueio por cartão de aproximação.
Caso sintético. A jornada é sintética; Adams e Sasse (1999) é real.
Erros e limites
Mapas de jornada simplificam o trabalho real. Leitores de cartão custam dinheiro.
Exercícios
- EX004 — Interação mais fraca. Por que uma política forte de senhas pouco importa em um caso? Rubrica: 3 = se os computadores do balcão ficam logados;; 2 = logados;; 1 = vago;; 0 = nenhuma.
- EX005 — Adams e Sasse. O que Adams e Sasse (1999) mostraram sobre os usuários? Rubrica: 3 = não são o inimigo e têm dificuldade com mecanismos que não se encaixam;; 2 = encaixe;; 1 = descuidados;; 0 = nenhuma.
- EX006 — Correção sugerida. Que correção Nadia sugeriu para as telas desbloqueadas? Rubrica: 3 = bloqueio automático curto com desbloqueio por cartão de aproximação;; 2 = cartão de aproximação;; 1 = senhas mais longas;; 0 = nenhuma.
Síntese
A segurança vive nos pontos em que as pessoas interagem com os sistemas, e o encaixe com o trabalho é o que mais importa.
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