Mapa da aula
Aula 10 publicada. Mapa, exemplo, EX028.
flowchart TD
N0["10.1 Princípios éticos"]
N1["10.2 Salvaguardas contra o engano"]
N2["10.3 Regras para simulações"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3
N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
EX --> Q["Exercício EX028"]
Desenho lógico
flowchart LR
N0["10.1 Princípios éticos"]
N1["10.2 Salvaguardas contra o engano"]
N2["10.3 Regras para simulações"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX028"]
[10.1 Princípios éticos]
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v
[10.2 Salvaguardas contra o engano]
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[10.3 Regras para simulações]
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v
[Síntese]
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[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX028]
Objetivos de aprendizagem
Você vai (1) aplicar princípios éticos à pesquisa em fatores humanos; (2) explicar por que o engano exige salvaguardas especiais; (3) descrever regras éticas para simulações de phishing.
10.1 Princípios éticos
A pesquisa com pessoas deve respeitar a autonomia, evitar danos e tratar as pessoas com justiça. Nadia aprende que sua universidade exige aprovação ética para qualquer estudo que envolva funcionários, incluindo questionários e entrevistas. Os participantes devem saber o que o estudo envolve, concordar livremente e poder desistir. Os dados devem ser protegidos e os resultados relatados sem identificar indivíduos. Esses princípios valem até para pequenos projetos de estudantes, porque uma pergunta descuidada ou um comentário vazado pode prejudicar o emprego de alguém ou suas relações com os colegas. Ela conclui o módulo de ética antes de começar qualquer trabalho de campo.
10.2 Salvaguardas contra o engano
Alguns exercícios de segurança envolvem engano, como e-mails de phishing simulados. O engano conflita com o consentimento informado, por isso precisa de forte justificativa e de salvaguardas. Nadia aprende que os comitês de ética costumam exigir que o engano seja necessário, que o dano seja mínimo, que os participantes sejam informados depois e que possam retirar seus dados. Nas organizações, os representantes dos funcionários devem concordar com o programa. Ela observa que o engano pode prejudicar a confiança, que é em si um ativo de segurança, por isso deve ser usado com parcimônia e cuidado. Ela registra essa visão.
10.3 Regras para simulações
Nadia rascunha regras para qualquer simulação futura na Ashcombe: anunciar que existe um programa; acordar os modelos com os representantes dos funcionários; evitar iscas que explorem sofrimento pessoal, como salário ou saúde; dar retorno imediato e gentil; relatar apenas resultados agregados; e nunca usar os resultados para punição. Lain, Kostiainen e Čapkun (2022) constataram que algumas práticas comuns, como longas páginas de treinamento depois de um clique, não ajudavam. As regras buscam fazer das simulações uma ferramenta de aprendizagem que respeita os funcionários, e não uma armadilha que mina a confiança deles.
Exemplo resolvido
Nadia aplica a ética de pesquisa, explica as salvaguardas contra o engano e rascunha seis regras para simulações éticas.
Caso sintético. As regras são orientações sintéticas; Lain et al. (2022) é real.
Erros e limites
As regras podem ser ignoradas sob pressão. Organizações pequenas podem não ter representantes dos funcionários.
Exercícios
- EX028 — Direitos dos participantes. O que os participantes devem poder fazer?
Mostrar critérios de avaliação
Rubrica: 3 = saber, concordar livremente e desistir;; 2 = consentimento;; 1 = vago;; 0 = nenhuma. - EX029 — A confiança como ativo. Por que o engano deve ser usado com parcimônia?
Mostrar critérios de avaliação
Rubrica: 3 = pode prejudicar a confiança, que é um ativo de segurança;; 2 = confiança;; 1 = vago;; 0 = nenhuma. - EX030 — Tipo de isca proibido. Que iscas as regras proíbem?
Mostrar critérios de avaliação
Rubrica: 3 = as que exploram sofrimento pessoal, como salário ou saúde;; 2 = sofrimento;; 1 = vago;; 0 = nenhuma.
Síntese
A prática ética exige consentimento, salvaguardas para o uso de engano e regras de simulação respeitosas.