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Graduação · Capítulo 17 · Português
Código do curso: OCA-098Capítulo 17: OCA-098-C017

Capítulo 17 — Conceitos de criptografia

Ensino gratuito e aberto para quem deseja proteger pessoas e tecnologias. Não é preciso criar uma conta para estudar ou consultar as respostas.

Mapa da aula

Aula 17 publicada. Mapa, exemplo, EX049.

flowchart TD
  N0["17.1 Criptografia e assinaturas"]
  N1["17.2 Problemas de usabilidade"]
  N2["17.3 Criptografia invisível"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3
  N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
  EX --> Q["Exercício EX049"]

Desenho lógico

flowchart LR
  N0["17.1 Criptografia e assinaturas"]
  N1["17.2 Problemas de usabilidade"]
  N2["17.3 Criptografia invisível"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX049"]
[17.1 Criptografia e assinaturas]
    |
    v
[17.2 Problemas de usabilidade]
    |
    v
[17.3 Criptografia invisível]
    |
    v
[Síntese]
    |
    v
[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX049]

Objetivos de aprendizagem

Você vai (1) explicar criptografia e assinaturas em termos simples; (2) descrever os problemas de usabilidade das ferramentas criptográficas; (3) recomendar onde a criptografia deve ser invisível.

17.1 Criptografia e assinaturas

A criptografia embaralha os dados para que só quem tem a chave certa consiga lê-los. As assinaturas digitais permitem ao destinatário verificar quem enviou uma mensagem e que ela não foi alterada. Nadia aprende essas ideias em termos simples, o suficiente para entender seus papéis. As conexões web com o catálogo da biblioteca são criptografadas automaticamente, de modo que os usuários não precisam fazer nada. Assinaturas de e-mail poderiam ajudar os funcionários a confiar nas mensagens internas, mas apenas se verificá-las fosse simples. O valor da criptografia depende muito de quanto ela exige das pessoas.

17.2 Problemas de usabilidade

Whitten e Tygar (1999) estudaram um programa de criptografia de e-mail e constataram que a maioria dos participantes não conseguiu usá-lo corretamente em noventa minutos, e alguns expuseram segredos que pretendiam proteger. Os problemas estavam em conceitos confusos, como chaves públicas e privadas, e numa interface que não orientava os usuários. Nadia observa que, duas décadas depois, a criptografia mais bem-sucedida, como a dos navegadores e dos aplicativos de mensagens, é aquela que os usuários mal percebem, porque funciona automaticamente, sem decisões. Essa lição molda seus conselhos.

17.3 Criptografia invisível

Nadia recomenda que a Ashcombe confie numa criptografia que funcione sem decisões dos funcionários: conexões criptografadas, discos de notebook criptografados ativados centralmente e chaves de segurança que usam criptografia por trás de um simples toque. Ela desaconselha pedir aos funcionários que criptografem manualmente anexos de e-mail, o que seria propenso a erros. Onde os funcionários precisam fazer uma escolha, como ao enviar dados de usuários para fora, o sistema deve oferecer uma única opção segura óbvia. Tornar a criptografia invisível aplica as lições da segurança usável a algumas de suas ferramentas mais difíceis. A TI concorda com o plano.

Exemplo resolvido

Nadia explica criptografia e assinaturas, recupera os achados de Whitten e Tygar e recomenda a criptografia invisível.

Caso sintético. As recomendações são sintéticas; Whitten e Tygar (1999) é real.

Erros e limites

Ferramentas invisíveis podem esconder falhas. A criptografia central exige recuperação de chaves.

Exercícios

Síntese

A criptografia protege melhor quando pede poucas decisões às pessoas.

Respostas comentadas

EX049. Quem enviou a mensagem e que ela não foi alterada.

EX050. A maioria dos participantes não conseguiu usar o programa corretamente em noventa minutos.

EX051. Porque pedir aos funcionários que criptografem anexos manualmente é propenso a erros.