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Engenharia · Capítulo 25 · Português

Capítulo 25 — Ateliê de projeto I

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Capítulo 25 — Ateliê de projeto I

Mapa da aula

Aula 25 publicada. Mapa, exemplo, EX073.

flowchart TD
  N0["25.1 O briefing do ateliê"]
  N1["25.2 Crítica no ateliê"]
  N2["25.3 Iterar"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3
  N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
  EX --> Q["Exercício EX073"]

Desenho lógico

flowchart LR
  N0["25.1 O briefing do ateliê"]
  N1["25.2 Crítica no ateliê"]
  N2["25.3 Iterar"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX073"]
[25.1 O briefing do ateliê]
    |
    v
[25.2 Crítica no ateliê]
    |
    v
[25.3 Iterar]
    |
    v
[Síntese]
    |
    v
[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX073]

Objetivos de aprendizagem

Você vai (1) desenhar em equipe um serviço de reporte e retorno; (2) criticar projetos em um ambiente de ateliê; (3) iterar com base no retorno recebido.

25.1 O briefing do ateliê

A Profa. Kerr conduz um ateliê de projeto. A equipe de quatro pessoas de Aiko precisa desenhar um serviço de reporte e retorno para uma operadora regional de transporte fictícia, com motoristas, funcionários de garagem e equipes administrativas. Os requisitos incluem reporte com um toque, retorno rápido e nenhuma culpa individual. A equipe inclui um estudante de computação, uma estudante de psicologia e um estudante de design. Trabalhar entre disciplinas traz ideias diferentes: a estudante de psicologia sugere enquadrar os reportes como uma ajuda aos colegas, e não como um dever de segurança. A equipe combina papéis e cronograma na primeira reunião, e cada membro lidera uma parte do projeto.

25.2 Crítica no ateliê

Na crítica intermediária, outras equipes e dois profissionais revisam os projetos. Um profissional aponta que os motoristas não podem usar o celular enquanto dirigem, então o reporte também precisa funcionar em terminais da garagem e por uma simples ligação para uma central. Outro revisor questiona se o resumo mensal será lido. A equipe de Aiko ouve sem se defender e registra cada comentário. A crítica funciona quando os projetistas a tratam como informação, e não como ataque. Eles separam os comentários em obrigatórios e desejáveis antes da sessão seguinte e combinam quem vai tratar de cada um.

25.3 Iterar

A equipe revisa o projeto. Acrescenta o reporte pelos terminais da garagem e uma central telefônica, reduz o resumo mensal a três itens com uma imagem e testa o novo enquadramento com cinco funcionários de garagem, que o preferem. Documenta o que mudou e por quê. Na crítica final, os profissionais observam que o projeto agora se ajusta à jornada dos motoristas. Aiko aprende que iterar com base em restrições reais produz projetos que as pessoas de fato usam. A equipe também mantém um log de mudanças curto, listando cada revisão, o comentário que a motivou e o resultado do pequeno teste com os funcionários de garagem, que os revisores finais usam para ver como o projeto evoluiu.

Exemplo resolvido

A equipe de Aiko desenha um serviço de reporte para uma operadora de transporte, recebe críticas do ateliê sobre os motoristas e itera com terminais, uma central telefônica e um resumo mais curto.

Caso sintético. A operadora de transporte e a equipe são sintéticas.

Erros e limites

Projetos de ateliê não sofrem as pressões de uma implantação real. Testes pequenos podem favorecer a novidade.

Exercícios

Síntese

A crítica de ateliê feita por quem conhece as restrições reais impulsiona desenhos que se ajustam ao trabalho de fato.

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