Capítulo 11 — Redes e protocolos
Mapa da aula
Aula 11 publicada. Mapa, exemplo, EX031.
flowchart TD
N0["11.1 Autenticação de e-mail"]
N1["11.2 Os sinais que os usuários veem"]
N2["11.3 Avisos acionáveis"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3
N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
EX --> Q["Exercício EX031"]
Desenho lógico
flowchart LR
N0["11.1 Autenticação de e-mail"]
N1["11.2 Os sinais que os usuários veem"]
N2["11.3 Avisos acionáveis"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX031"]
[11.1 Autenticação de e-mail]
|
v
[11.2 Os sinais que os usuários veem]
|
v
[11.3 Avisos acionáveis]
|
v
[Síntese]
|
v
[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX031]
Objetivos de aprendizagem
Você vai (1) explicar como a autenticação de e-mail ajuda os usuários; (2) relacionar os sinais dos protocolos ao que os usuários veem; (3) desenhar avisos sobre os quais as pessoas consigam agir.
11.1 Autenticação de e-mail
Aiko estuda como o e-mail trafega pelas redes e como os domínios publicam registros que permitem aos servidores de destino verificar se uma mensagem realmente veio deles. Quando as verificações falham, o sistema de destino pode marcar ou rejeitar a mensagem. Na Greyford, muitos e-mails de phishing imitam o próprio domínio da companhia. Verificações de domínio robustas barram boa parte deles antes que os funcionários os vejam. Aiko observa que cada ataque barrado por um protocolo é um ataque que nenhuma pessoa precisa julgar, e essa é a forma mais confiável de projeto em fatores humanos.
11.2 Os sinais que os usuários veem
Algumas verificações resultam em sinais exibidos aos usuários, como uma faixa dizendo que a mensagem veio de fora da organização. Aiko examina como os funcionários leem essa faixa. Entrevistas mostram que, como quase todo e-mail de fornecedor a exibe, os funcionários a ignoram. O sinal é tecnicamente correto, mas carrega pouca informação. Ela propõe mostrar um aviso mais forte apenas para remetentes externos que usam nomes parecidos com os de funcionários internos, o que é mais raro e mais significativo. Testa a ideia em um mês de logs sintéticos de e-mail e descobre que o aviso mais forte apareceria em cerca de duas mensagens por pessoa por mês, raro o bastante para ser notado.
11.3 Avisos acionáveis
Aiko aplica lições da pesquisa em segurança utilizável. Whitten e Tygar (1999) mostraram que interfaces de segurança confundem os usuários quando exigem a compreensão de conceitos que eles não têm. Um bom aviso diz em palavras simples o que está errado e oferece uma única ação clara, como reportar o e-mail. Aiko rascunha um aviso: "Este remetente é de fora da Greyford, mas usa o nome de um colega da Greyford. Se tiver dúvida, pressione Reportar." Ela o testa com dez funcionários, dos quais oito escolhem corretamente reportar. Dois perguntaram o que significava colega da Greyford, então ela acrescenta um exemplo.
Exemplo resolvido
Aiko explica as verificações de domínio, encontra uma faixa de remetente externo ignorada e desenha um aviso mais raro e acionável, testado com funcionários.
Caso sintético. Os avisos e os testes são sintéticos; Whitten e Tygar (1999) é real.
Erros e limites
A detecção de nomes parecidos tem falsos positivos. Avisos perdem força quando usados em excesso.
Exercícios
- EX031 — Valor dos protocolos. Por que ataques barrados por protocolos são valiosos para os fatores humanos? Rubrica: 3 = nenhuma pessoa precisa julgá-los;; 2 = sem julgamento;; 1 = vago;; 0 = nenhuma.
- EX032 — Faixa ignorada. Por que os funcionários ignoram a faixa de remetente externo? Rubrica: 3 = quase todo e-mail de fornecedor a exibe;; 2 = frequente demais;; 1 = vago;; 0 = nenhuma.
- EX033 — Teste do aviso. Quantos de dez funcionários escolheram reportar com o novo aviso? Rubrica: 3 = oito;; 2 = 8;; 1 = vago;; 0 = nenhuma.
Síntese
Os protocolos eliminam muitas decisões, e os avisos só funcionam quando são raros, específicos e acionáveis.
Continue estudando — aula 11 (capítulo 11 de 50)
← Capítulo 10 · Índice das aulas · Capítulo 12 →
Continue para a próxima aula já escrita.