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Engenharia · Capítulo 20 · Português

Capítulo 20 — Fatores humanos e política cibernética: contexto de engenharia

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Capítulo 20 — Fatores humanos e política cibernética: contexto de engenharia

Mapa da aula

Aula 20 publicada. Mapa, exemplo, EX058.

flowchart TD
  N0["20.1 Definir o campo"]
  N1["20.2 Política e engenharia"]
  N2["20.3 Partes interessadas"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3
  N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
  EX --> Q["Exercício EX058"]

Desenho lógico

flowchart LR
  N0["20.1 Definir o campo"]
  N1["20.2 Política e engenharia"]
  N2["20.3 Partes interessadas"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX058"]
[20.1 Definir o campo]
    |
    v
[20.2 Política e engenharia]
    |
    v
[20.3 Partes interessadas]
    |
    v
[Síntese]
    |
    v
[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX058]

Objetivos de aprendizagem

Você vai (1) definir o campo de fatores humanos e política cibernética; (2) relacionar as políticas às decisões de engenharia; (3) identificar as partes interessadas na Greyford.

20.1 Definir o campo

Aiko começa a parte especializada do curso. Fatores humanos e política cibernética estuda como as pessoas interagem com a segurança e como regras, programas e leis moldam essa interação. O campo abrange a usabilidade das ferramentas de segurança, a conscientização e o treinamento, a cultura organizacional, a engenharia social e o desenho de políticas. Sasse, Brostoff e Weirich (2001) defenderam uma abordagem que trata os usuários como parceiros e projeta a segurança em torno deles. Aiko observa que o campo é tanto engenharia quanto psicologia, porque produz requisitos, projetos e medições. Ela escreve uma definição de um parágrafo em seu caderno.

20.2 Política e engenharia

As políticas definem requisitos que os engenheiros precisam atender. A política de segurança da informação da Greyford exige treinamento anual de conscientização, autenticação forte para acesso remoto e reporte de incidentes. A NIST SP 800-50 Rev. 1 trata a conscientização e o treinamento como um programa de aprendizagem, com levantamento de necessidades, desenho, execução e avaliação. Aiko percebe que as escolhas de engenharia determinam se a política é viável: um requisito de reporte pouco significa sem um botão de reporte fácil. Ela decide ler as políticas como um conjunto de restrições e objetivos de projeto. Marca cada cláusula da política com o recurso de projeto que a torna alcançável e encontra duas cláusulas sem nenhum recurso de apoio.

20.3 Partes interessadas

Aiko lista as partes interessadas: operadores, engenheiros de campo, equipe administrativa, gestores, a equipe de segurança, o RH, os representantes dos funcionários, o regulador dos serviços de água e o público que depende de água segura. Cada uma tem seus interesses. Os operadores querem o mínimo de interrupções; o RH quer tratamento justo; o regulador quer evidências de boas práticas; o público quer água segura e confiável. Ela registra isso em uma tabela de partes interessadas. A Profa. Kerr observa que o trabalho em fatores humanos fracassa quando serve a uma só parte interessada, geralmente a direção, e ignora as demais. Depois de um lembrete, ela acrescenta os terceirizados.

Exemplo resolvido

Aiko define o campo, lê as políticas como restrições de projeto e mapeia nove grupos de partes interessadas com seus interesses.

Caso sintético. A política da Greyford é sintética; Sasse et al. (2001) e a SP 800-50 Rev. 1 são reais.

Erros e limites

Listas de partes interessadas podem omitir grupos discretos, como os terceirizados. Resumos de políticas simplificam deveres legais.

Exercícios

Síntese

Fatores humanos e política cibernética são um campo de engenharia que transforma a política e as necessidades das partes interessadas em desenhos viáveis.

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