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Engenharia · Capítulo 26 · Português

Capítulo 26 — Governança de dados: alternativas de arquitetura

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Capítulo 26 — Governança de dados: alternativas de arquitetura

Mapa da aula

Aula 26 publicada. Mapa, exemplo, EX076.

flowchart TD
  N0["26.1 Três opções"]
  N1["26.2 Avaliação"]
  N2["26.3 Custos e competências"]
  N3["26.4 Registrando a escolha"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3
  N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
  EX --> Q["Exercício EX076"]

Desenho lógico

flowchart LR
  N0["26.1 Três opções"]
  N1["26.2 Avaliação"]
  N2["26.3 Custos e competências"]
  N3["26.4 Registrando a escolha"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX076"]
[26.1 Três opções]
    |
    v
[26.2 Avaliação]
    |
    v
[26.3 Custos e competências]
    |
    v
[26.4 Registrando a escolha]
    |
    v
[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX076]

Objetivos de aprendizagem

Você vai (1) comparar arquiteturas para dados governados; (2) avaliá-las em relação aos requisitos; (3) registrar a escolha.

26.1 Três opções

Kofi compara três arquiteturas para os dados governados da Tidewater. Um data warehouse central com uma camada de governança reúne todos os dados tratados em um só lugar. Uma data mesh dá a cada equipe de domínio a responsabilidade de publicar seus dados como um produto, seguindo padrões acordados. Uma solução híbrida mantém um data warehouse central para os relatórios regulatórios, enquanto os domínios são donos dos dados operacionais. Ele descreve os fluxos de dados, o modelo de titularidade e os controles que cada opção exigiria para atender aos requisitos do capítulo 21. Cada opção é desenhada com a mesma notação, para facilitar a comparação.

26.2 Avaliação

Ele pontua cada opção em relação aos requisitos ordenados. O data warehouse central vai bem em consistência e conciliação, mas mal em titularidade, porque a equipe central se torna dona de fato. A data mesh vai bem em titularidade, mas mal na conciliação entre domínios, dado o nível atual de maturidade da Tidewater. A híbrida tem o melhor resultado geral: os números regulatórios continuam conciliados de forma central, enquanto as equipes de domínio são donas de seus dados de origem e os publicam com regras de qualidade e metadados padronizados. Kofi mostra a planilha de pontuação aos donos, para que contestem qualquer nota que considerem injusta.

26.3 Custos e competências

Kofi estima custos e competências. A data mesh exige que cada equipe de domínio tenha competências de engenharia de dados, que a Tidewater não tem fora da equipe de análise. A híbrida exige treinamento para donos e curadores de domínio, mas não novas equipes de engenharia. Ele inclui um plano de três anos para desenvolver competências, depois do qual mais responsabilidade poderia passar aos domínios. Ele observa que as escolhas de arquitetura precisam caber nas capacidades da organização, e não apenas em suas aspirações, ou fracassam na implementação. O plano nomeia cursos, mentores e pontos de controle em que o progresso será revisto formalmente.

26.4 Registrando a escolha

Kofi escreve um registro de decisão de arquitetura escolhendo a híbrida, com as alternativas, as notas, os custos, os riscos e as condições para reabrir a decisão, como as equipes de domínio atingirem níveis de competência acordados. O conselho de governança o aprova. A Profa. Varga observa que registrar as condições para reabrir uma escolha mantém vivas as decisões de arquitetura, porque incentiva a organização a reconsiderá-las quando as circunstâncias mudam, em vez de defender por hábito uma escolha ultrapassada. O registro fica junto com os demais registros de decisão, e a agenda do conselho marca uma revisão depois de dezoito meses para verificar se as condições foram atendidas.

Exemplo resolvido

Kofi compara as arquiteturas central, mesh e híbrida, pontua-as em relação aos requisitos, escolhe a híbrida considerando as competências da Tidewater e registra as condições para reabrir a decisão.

Caso sintético. As opções são sintéticas.

Erros e limites

Arquiteturas da moda podem não servir; pontue-as em relação aos seus requisitos.

Exercícios

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