Mapa da aula
Aula 07 publicada. Mapa, exemplo, EX019.
flowchart TD
N0["7.1 Menor privilégio"]
N1["7.2 Autenticação multifator"]
N2["7.3 Entradas, mudanças e saídas"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3
N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
EX --> Q["Exercício EX019"]
Desenho lógico
flowchart LR
N0["7.1 Menor privilégio"]
N1["7.2 Autenticação multifator"]
N2["7.3 Entradas, mudanças e saídas"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX019"]
[7.1 Menor privilégio]
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v
[7.2 Autenticação multifator]
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v
[7.3 Entradas, mudanças e saídas]
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v
[Síntese]
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v
[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX019]
Objetivos de aprendizagem
Você vai (1) aplicar o menor privilégio às funções das clínicas; (2) introduzir a autenticação multifator de forma usável; (3) gerir entradas, mudanças de função e saídas.
7.1 Menor privilégio
Lucas revisa os acessos ao sistema de gestão do consultório. Toda recepcionista pode exportar todos os prontuários, embora só precise visualizar e atualizar agendamentos. Ele propõe funções: as recepcionistas podem gerir agendamentos; os clínicos podem ver as anotações clínicas de seus pacientes; os gestores podem gerar relatórios. As exportações exigem aprovação de um gestor. O menor privilégio limita o que um atacante pode fazer com a senha roubada de uma recepcionista e reduz o dano de erros honestos, como enviar uma exportação completa ao endereço errado. Os gestores aprovam as funções numa única reunião.
7.2 Autenticação multifator
A Brightwell decide acrescentar um segundo fator ao e-mail e ao sistema de gestão do consultório. Lucas compara opções para recepcionistas que dividem mesas e podem não ter celular do trabalho. Ele recomenda chaves de segurança presas ao porta-crachá para os funcionários que acessam dados de pacientes, e um aplicativo para os gestores. Planeja um piloto numa clínica, medindo o tempo de login e as ligações de suporte, e prepara instruções simples com imagens, porque uma implantação confusa geraria atalhos que anulariam o benefício. A clínica piloto é escolhida pela gerente.
7.3 Entradas, mudanças e saídas
Lucas encontra contas de funcionários que saíram há meses. Ele organiza um processo simples: o RH avisa a TI no último dia, a TI desativa a conta no mesmo dia, e os gestores revisam os acessos dos funcionários que mudam de função. Ele cria um relatório mensal listando as contas não usadas há sessenta dias. A gestão de contas depende da comunicação rotineira entre pessoas, por isso ele desenha o processo em torno de uma lista de verificação que o RH já usa. O primeiro relatório encontra nove contas sem uso, que são desativadas depois que os gestores confirmam que nenhuma é necessária.
Exemplo resolvido
Lucas define as funções das clínicas, planeja um piloto de chaves de segurança e incorpora um processo de saída à lista de verificação que o RH já usa.
Caso sintético. As funções são sintéticas.
Erros e limites
Mudanças de função exigem atualizações. Chaves podem ser perdidas.
Exercícios
- EX019 — Exportação pela recepcionista. Que mudança se aplica às exportações?
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Rubrica: 3 = exigem aprovação de um gestor;; 2 = aprovação;; 1 = vago;; 0 = nenhuma. - EX020 — Escolha da chave. Por que recomendar chaves para as recepcionistas?
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Rubrica: 3 = dividem mesas e podem não ter celular do trabalho;; 2 = sem celular;; 1 = vago;; 0 = nenhuma. - EX021 — Etapa de saída. Quando a conta de quem sai é desativada?
Mostrar critérios de avaliação
Rubrica: 3 = no mesmo dia em que o RH avisa a TI;; 2 = mesmo dia;; 1 = vago;; 0 = nenhuma.
Síntese
Menor privilégio, segundos fatores utilizáveis e gestão rotineira de contas protegem os dados dos pacientes.