Mapa da aula
Aula 04 publicada. Mapa, exemplo, EX010.
flowchart TD
N0["4.1 Modelar os reportes"]
N1["4.2 Campos e valores"]
N2["4.3 Minimizar os dados pessoais"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3
N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
EX --> Q["Exercício EX010"]
Desenho lógico
flowchart LR
N0["4.1 Modelar os reportes"]
N1["4.2 Campos e valores"]
N2["4.3 Minimizar os dados pessoais"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX010"]
[4.1 Modelar os reportes]
|
v
[4.2 Campos e valores]
|
v
[4.3 Minimizar os dados pessoais]
|
v
[Síntese]
|
v
[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX010]
Objetivos de aprendizagem
Você vai (1) desenhar um modelo de dados simples para reportes e vereditos; (2) definir campos e valores permitidos; (3) evitar guardar dados pessoais desnecessários.
4.1 Modelar os reportes
Lucas desenha um modelo de dados para os reportes da Brightwell. Cada reporte tem um identificador, a data e a hora de recebimento, a clínica, uma categoria, um veredito e a hora em que o veredito foi enviado. Ele liga os reportes sobre o mesmo e-mail usando um identificador de agrupamento, de modo que vinte reportes de um mesmo e-mail de phishing contam como um incidente com vinte pessoas que reportaram. Esse modelo permite à TI responder a perguntas úteis, como quão rápido chegou o primeiro reporte e quão rápido foi enviado um veredito. O prestador revisa o modelo e o aprova.
4.2 Campos e valores
Para cada campo, Lucas define os valores permitidos. O veredito pode ser malicioso, inofensivo, spam ou desconhecido. A categoria tem uma lista curta, como fatura falsa, login falso e outros. Os horários usam um único formato, com fuso horário. Valores fixos evitam variações de grafia que dividiriam as contagens. Ele escreve as definições numa tabela e a compartilha com o prestador de TI, para que todos registrem os dados da mesma forma e as análises possam ser comparadas entre meses. Também acrescenta um campo de observações para qualquer coisa incomum, limitado a uma frase curta.
4.3 Minimizar os dados pessoais
Lucas decide não guardar o nome de quem reporta. Um código aleatório de quem reporta permite contar quem reporta repetidamente sem identificar ninguém, e a ligação entre código e pessoa não é guardada. Ele explica à gerente do consultório que nomear quem reporta poderia fazer os funcionários se sentirem vigiados e desestimular os reportes. O modelo guarda o necessário para melhorar o serviço e deixa de fora o que poderia causar dano, aplicando a minimização de dados de forma prática. A gerente concorda, e o encarregado de proteção de dados registra a decisão e suas razões no registro das operações de tratamento mantido para auditorias.
Exemplo resolvido
Lucas modela os reportes com agrupamentos, define valores permitidos e substitui os nomes por códigos aleatórios.
Caso sintético. O modelo é sintético.
Erros e limites
Códigos aleatórios ainda podem ser ligados por meio de outros dados. As categorias precisam de revisão.
Exercícios
- EX010 — Finalidade do agrupamento. O que faz o identificador de agrupamento?
Mostrar critérios de avaliação
Rubrica: 3 = agrupa os reportes do mesmo e-mail;; 2 = agrupamento;; 1 = vago;; 0 = nenhuma. - EX011 — Valores fixos. Por que usar valores permitidos fixos?
Mostrar critérios de avaliação
Rubrica: 3 = para evitar que variações de grafia dividam as contagens;; 2 = consistência;; 1 = vago;; 0 = nenhuma. - EX012 — Código de quem reporta. Por que usar um código aleatório de quem reporta?
Mostrar critérios de avaliação
Rubrica: 3 = contar quem reporta repetidamente sem identificar;; 2 = anonimato;; 1 = nomes;; 0 = nenhuma.
Síntese
Um modelo de dados claro, com valores fixos e o mínimo de dados pessoais, sustenta análises úteis.