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Graduação · Capítulo 7 · Português

Capítulo 7 — Redes e protocolos

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Capítulo 7 — Redes e protocolos

Mapa da aula

Aula 07 publicada. Mapa, exemplo, EX019.

flowchart TD
  N0["7.1 O handshake do TLS 1.3"]
  N1["7.2 Validação de certificados"]
  N2["7.3 Riscos do protocolo"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3
  N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
  EX --> Q["Exercício EX019"]

Desenho lógico

flowchart LR
  N0["7.1 O handshake do TLS 1.3"]
  N1["7.2 Validação de certificados"]
  N2["7.3 Riscos do protocolo"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX019"]
[7.1 O handshake do TLS 1.3]
    |
    v
[7.2 Validação de certificados]
    |
    v
[7.3 Riscos do protocolo]
    |
    v
[Síntese]
    |
    v
[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX019]

Objetivos de aprendizagem

Você vai (1) explicar em alto nível o handshake do TLS 1.3; (2) descrever a validação de certificados pelos navegadores; (3) identificar riscos no nível do protocolo, como rebaixamento e má configuração.

7.1 O handshake do TLS 1.3

Quando um leitor abre o portal da Tidewell, o navegador e o servidor executam um handshake TLS 1.3 da RFC 8446. O cliente envia os algoritmos suportados e um compartilhamento de chave (key share); o servidor responde com o seu, e os dois derivam as chaves usando o HKDF da RFC 5869. O servidor envia seu certificado e assina a transcrição do handshake para provar que tem a chave privada; depois, os dois confirmam o handshake com códigos de autenticação de mensagem. Todos os dados seguintes são cifrados com uma cifra autenticada, como o AES-GCM. Priya captura o handshake num laboratório com um servidor de teste e identifica cada mensagem.

7.2 Validação de certificados

O navegador confere que o certificado do servidor se encadeia até uma raiz em que ele confia, que o nome corresponde a portal.tidewell.example, que está dentro das datas de validade e que não foi revogado. A RFC 5280 define os campos do certificado e a validação do caminho. Se qualquer verificação falhar, o navegador mostra um aviso. Priya explica à equipe da biblioteca por que passar por cima desses avisos é perigoso: o aviso pode ser o único sinal de que alguém no Wi-Fi do café está interceptando a conexão com um certificado forjado.

7.3 Riscos do protocolo

As versões mais antigas do TLS permitiam que atacantes empurrassem as conexões para algoritmos mais fracos. O TLS 1.3 remove as opções legadas e protege contra o rebaixamento assinando todo o handshake. A maioria dos problemas práticos vem hoje da configuração: servidores que ainda oferecem TLS 1.0, certificados expirados ou aplicações que desativam a verificação. Priya varre os serviços públicos da Tidewell, com permissão, e descobre que a wiki da equipe ainda aceita TLS 1.0. Ela relata o fato a Grace, que agenda uma mudança de configuração, e registra o escopo e a autorização da varredura nas suas anotações. Ela testa de novo depois da mudança.

Exemplo resolvido

Priya identifica cada mensagem do handshake do TLS 1.3, explica as verificações de certificado à equipe e relata uma configuração de TLS 1.0 encontrada numa varredura autorizada.

Caso sintético. Os hosts da Tidewell são inventados; a RFC 8446, a RFC 5869 e a RFC 5280 são reais.

Erros e limites

Varrer sistemas sem permissão é antiético e pode ser ilegal. Um certificado válido mostra quem opera um servidor, e não que o servidor é seguro.

Exercícios

Síntese

O TLS 1.3 protege as conexões quando os certificados são validados e as configurações se mantêm atualizadas; a maioria das falhas hoje é operacional.

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