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Graduação · Capítulo 30 · Português

Capítulo 30 — Laboratório II

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Capítulo 30 — Laboratório II

Mapa da aula

Aula 30 publicada. Mapa, exemplo, EX088.

flowchart TD
  N0["30.1 Melhorar a ferramenta de exportação"]
  N1["30.2 Testar o novo projeto"]
  N2["30.3 Avaliar o projeto"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3
  N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
  EX --> Q["Exercício EX088"]

Desenho lógico

flowchart LR
  N0["30.1 Melhorar a ferramenta de exportação"]
  N1["30.2 Testar o novo projeto"]
  N2["30.3 Avaliar o projeto"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX088"]
[30.1 Melhorar a ferramenta de exportação]
    |
    v
[30.2 Testar o novo projeto]
    |
    v
[30.3 Avaliar o projeto]
    |
    v
[Síntese]
    |
    v
[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX088]

Objetivos de aprendizagem

Você vai (1) substituir num laboratório o compartilhamento manual de chaves por uma troca de chave pública; (2) assinar e verificar os arquivos exportados; (3) avaliar o projeto melhorado.

30.1 Melhorar a ferramenta de exportação

O Laboratório II retoma a ferramenta de exportação do Laboratório I, cujo ponto fraco era o compartilhamento manual da chave. A equipe de Priya a reprojeta com cifração híbrida de chave pública: a biblioteca parceira publica uma chave pública, e a ferramenta cifra cada exportação com uma chave simétrica nova, embrulhada para essa chave pública, seguindo o padrão de cifração híbrida de chave pública da RFC 9180, usando uma biblioteca avaliada. A equipe também assina cada exportação com a chave Ed25519 da Tidewell, para que a parceira possa verificar sua origem. Cada exportação leva sua assinatura ao lado.

30.2 Testar o novo projeto

Os testes conferem que a parceira consegue decifrar e verificar; que um arquivo assinado com a chave errada falha na verificação; que um arquivo cifrado para outra parceira não pode ser decifrado; e que a adulteração é detectada. Um teste revela que a ferramenta assinava o texto claro, mas a parceira verificava depois da decifração com um valor diferente de dados associados, o que causava falhas falsas. A equipe alinha nas duas ferramentas a definição do conteúdo assinado, aprendendo que o emissor e o receptor precisam concordar exatamente sobre o que é assinado.

30.3 Avaliar o projeto

Priya avalia as melhorias: nenhum segredo compartilhado circula por e-mail; cada exportação tem sua própria chave; a origem é verificável. Os problemas restantes incluem distribuir a chave pública da parceira e confiar nela, o que a equipe resolve trocando as impressões digitais das chaves numa reunião, e a rotação das chaves das duas partes. Ela registra que a equipe usou funções da biblioteca o tempo todo e não implementou nenhuma primitiva criptográfica. A avaliação compara os projetos numa tabela com segurança, usabilidade e esforço operacional. Grace concorda em adotar o projeto para as exportações reais às parceiras.

Exemplo resolvido

A equipe substitui o compartilhamento manual de chaves por cifração híbrida de chave pública baseada em biblioteca e assinaturas Ed25519, corrige uma divergência no conteúdo assinado e avalia o projeto.

Caso sintético. O laboratório é inventado; a RFC 9180 e a RFC 8032 são reais.

Erros e limites

As chaves públicas precisam ser autenticadas, por exemplo comparando as impressões digitais. Definições divergentes do conteúdo assinado causam falhas falsas ou lacunas.

Exercícios

Síntese

A cifração e as assinaturas de chave pública eliminam a transferência de segredos compartilhados, desde que as chaves sejam autenticadas e os dois lados concordem sobre o que é assinado.

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