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Graduação · Capítulo 26 · Português

Capítulo 26 — Criptografia e serviços de confiança: métodos II

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Capítulo 26 — Criptografia e serviços de confiança: métodos II

Mapa da aula

Aula 26 publicada. Mapa, exemplo, EX076.

flowchart TD
  N0["26.1 Como funcionam as assinaturas"]
  N1["26.2 Aplicar as assinaturas"]
  N2["26.3 ECDSA ou Ed25519"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3
  N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
  EX --> Q["Exercício EX076"]

Desenho lógico

flowchart LR
  N0["26.1 Como funcionam as assinaturas"]
  N1["26.2 Aplicar as assinaturas"]
  N2["26.3 ECDSA ou Ed25519"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX076"]
[26.1 Como funcionam as assinaturas]
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    v
[26.2 Aplicar as assinaturas]
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    v
[26.3 ECDSA ou Ed25519]
    |
    v
[Síntese]
    |
    v
[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX076]

Objetivos de aprendizagem

Você vai (1) explicar as assinaturas digitais e a verificação; (2) aplicar assinaturas a documentos e softwares; (3) escolher entre ECDSA e Ed25519.

26.1 Como funcionam as assinaturas

Um esquema de assinatura digital tem três operações: geração de chaves, assinatura com uma chave privada e verificação com a chave pública correspondente. O FIPS 186-5 especifica o ECDSA e o EdDSA, e a RFC 8032 especifica o Ed25519. Qualquer pessoa com a chave pública pode verificar que a assinatura corresponde exatamente aos bytes assinados, mas só o detentor da chave privada poderia criá-la. Priya contrasta isso com o HMAC, em que os verificadores compartilham o segredo e poderiam criar as tags eles mesmos. Ela demonstra com uma biblioteca que mudar um byte de um arquivo assinado faz a verificação falhar, enquanto o original é verificado.

26.2 Aplicar as assinaturas

A Tidewell assina dois tipos de coisa. Os contratos com as editoras são assinados como documentos PDF com certificados, para que qualquer uma das partes possa verificá-los anos depois. Os scripts de software implantados nos servidores das unidades são assinados pela equipe de TI, e os servidores recusam scripts não assinados. Priya explica que as assinaturas provam a origem e a integridade, mas dependem de proteger as chaves privadas e de distribuir chaves públicas confiáveis. Ela recomenda manter a chave de assinatura dos scripts no serviço de chaves, onde assinar exige uma solicitação aprovada. Grace aprova a mudança para o trimestre seguinte.

26.3 ECDSA ou Ed25519

Priya compara os dois. O ECDSA com P-256 é amplamente suportado e permitido pelo FIPS 186-5, mas exige um valor secreto novo a cada assinatura, e implementações que o reutilizaram ou vazaram já expuseram chaves privadas. O Ed25519 deriva esse valor de forma determinística a partir da chave e da mensagem, eliminando esse modo de falha, e é rápido. Ambos estão no FIPS 186-5. Ela recomenda o Ed25519 onde houver suporte e o ECDSA por meio de bibliotecas avaliadas onde a compatibilidade exigir, e anota que as assinaturas pós-quânticas do FIPS 204 serão necessárias mais tarde. Grace adota a recomendação.

Exemplo resolvido

Priya explica a assinatura e a verificação, aplica assinaturas a contratos e scripts com uma chave de assinatura no serviço de chaves e recomenda o Ed25519 onde houver suporte.

Caso sintético. Os usos de assinatura da Tidewell são inventados; o FIPS 186-5, a RFC 8032 e o FIPS 204 são reais.

Erros e limites

As assinaturas são inúteis se as chaves privadas vazarem ou se as chaves públicas não forem autenticadas. Falhas na aleatoriedade por assinatura do ECDSA já expuseram chaves.

Exercícios

Síntese

As assinaturas digitais provam publicamente a origem e a integridade; o projeto determinístico do Ed25519 evita uma falha clássica do ECDSA.

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