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Graduação · Capítulo 13 · Português

Capítulo 13 — Identidade e acesso

Ensino gratuito e aberto para quem deseja proteger pessoas e tecnologias. Não é preciso criar uma conta para estudar ou consultar as respostas.

Capítulo 13 — Identidade e acesso

Mapa da aula

Aula 13 publicada. Mapa, exemplo, EX037.

flowchart TD
  N0["13.1 Fatores de autenticação"]
  N1["13.2 Comparar os métodos"]
  N2["13.3 Projeto do acesso"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3
  N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
  EX --> Q["Exercício EX037"]

Desenho lógico

flowchart LR
  N0["13.1 Fatores de autenticação"]
  N1["13.2 Comparar os métodos"]
  N2["13.3 Projeto do acesso"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX037"]
[13.1 Fatores de autenticação]
    |
    v
[13.2 Comparar os métodos]
    |
    v
[13.3 Projeto do acesso]
    |
    v
[Síntese]
    |
    v
[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX037]

Objetivos de aprendizagem

Você vai (1) explicar como a criptografia sustenta a autenticação; (2) comparar senhas, códigos de uso único e chaves de segurança; (3) projetar o acesso da equipe e dos leitores.

13.1 Fatores de autenticação

A autenticação prova a identidade usando algo que você sabe, tem ou é. As senhas são conhecimento; celulares que geram códigos de uso único e chaves de segurança de hardware são posse. Priya estuda como funcionam os códigos de uso único: o celular e o servidor compartilham um segredo e calculam a partir dele e do horário atual códigos curtos usando HMAC, de modo que uma senha roubada sozinha não basta. As chaves de segurança de hardware vão além, usando assinaturas de chave pública vinculadas ao nome do site, o que impede que sites de phishing reutilizem as respostas. Priya demonstra os dois fatores numa oficina para a equipe.

13.2 Comparar os métodos

Priya compara os métodos para a equipe da Tidewell. Senhas sozinhas são vulneráveis a phishing e à reutilização. Os códigos baseados em tempo detêm muitos ataques, mas podem ser capturados por phishing em tempo real, por um site falso que retransmite os códigos. As chaves de segurança resistem ao phishing porque a chave assina um desafio que inclui a origem do site real, e a origem de um site falso produz uma assinatura inútil. Ela recomenda chaves de segurança para os administradores e para a equipe com acesso aos dados dos leitores, e códigos de uso único como alternativa, anotando os custos e a necessidade de chaves reservas.

13.3 Projeto do acesso

Para os leitores, Priya recomenda senhas ou frases-senha com códigos de uso único opcionais, já que exigir chaves de hardware excluiria muitos usuários. Para a equipe, ela projeta um acesso baseado em papéis: a equipe de cada unidade vê os leitores da sua unidade; os administradores usam contas separadas com chaves de segurança; e as contas de serviço usam certificados, em vez de senhas compartilhadas. Ela documenta que a autenticação prova quem alguém é, mas a autorização decide o que essa pessoa pode fazer, e que as duas precisam ser revistas quando alguém da equipe muda de papel ou sai. As revisões de acesso são agendadas a cada seis meses com os gerentes das unidades.

Exemplo resolvido

Priya recomenda chaves de segurança para os administradores e para a equipe que lida com dados, códigos de uso único opcionais para os leitores e acesso baseado em papéis, com contas de serviço baseadas em certificados.

Caso sintético. Os papéis da Tidewell são inventados.

Erros e limites

Uma autenticação forte não corrige permissões excessivas. Os processos de recuperação costumam ser o elo mais fraco.

Exercícios

Síntese

A criptografia fortalece a autenticação, dos códigos baseados em HMAC às chaves de segurança vinculadas à origem, mas o projeto de acesso precisa equilibrar segurança e inclusão.

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