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Graduação · Capítulo 16 · Português

Capítulo 16 — Arquitetura de segurança

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Capítulo 16 — Arquitetura de segurança

Mapa da aula

Aula 16 publicada. Mapa, exemplo, EX046.

flowchart TD
  N0["16.1 Fronteiras de confiança"]
  N1["16.2 Defesa em profundidade"]
  N2["16.3 Chaves na arquitetura"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3
  N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
  EX --> Q["Exercício EX046"]

Desenho lógico

flowchart LR
  N0["16.1 Fronteiras de confiança"]
  N1["16.2 Defesa em profundidade"]
  N2["16.3 Chaves na arquitetura"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX046"]
[16.1 Fronteiras de confiança]
    |
    v
[16.2 Defesa em profundidade]
    |
    v
[16.3 Chaves na arquitetura]
    |
    v
[Síntese]
    |
    v
[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX046]

Objetivos de aprendizagem

Você vai (1) posicionar os controles criptográficos numa arquitetura geral; (2) identificar as fronteiras de confiança; (3) aplicar a defesa em profundidade aos sistemas da biblioteca.

16.1 Fronteiras de confiança

Priya desenha a arquitetura da Tidewell com as fronteiras de confiança: linhas em que os dados passam entre áreas com níveis diferentes de confiança, como entre a internet e o portal, entre o portal e o banco de dados de leitores e entre o consórcio e o provedor de e-books. Os controles criptográficos se concentram nas fronteiras: TLS onde a internet encontra o portal, autenticação mútua onde o portal chama o banco de dados e mensagens assinadas onde o consórcio troca dados de empréstimos com o provedor. Desenhar as fronteiras primeiro mostra onde a criptografia é necessária e onde ela só acrescentaria complexidade.

16.2 Defesa em profundidade

Priya organiza os controles em camadas, para que uma falha não exponha os leitores. O portal usa TLS e cabeçalhos de segurança; a aplicação autentica os usuários e confere as permissões; o banco de dados cifra os campos sensíveis e só aceita conexões do portal, com certificados; os backups são cifrados; e os logs são encadeados por hashes. Se um atacante explorasse um bug no portal, ainda enfrentaria as permissões do banco de dados e a cifração dos campos. Ela documenta quais ameaças cada camada trata e evita camadas que se duplicam sem acrescentar proteção.

16.3 Chaves na arquitetura

Priya acrescenta ao diagrama o gerenciamento de chaves, que os rascunhos anteriores deixavam de fora. Um serviço gerenciado de chaves guarda as chaves do banco de dados e dos backups; a chave privada TLS do portal fica nos servidores web, com permissões restritas; e as chaves de segurança da equipe guardam as próprias chaves privadas. Ela marca o serviço de chaves como um componente de alto valor, que exige administração e monitoramento separados. Grace observa que os documentos de arquitetura anteriores nunca mostravam as chaves, o que tornava impossível planejar a rotação ou avaliar quem podia decifrar o quê. O diagrama revisado é versionado.

Exemplo resolvido

O diagrama de Priya marca três fronteiras de confiança, cinco camadas de defesa e a localização de cada chave, destacando o serviço de chaves como um componente de alto valor.

Caso sintético. A arquitetura é inventada.

Erros e limites

Camadas que compartilham uma fraqueza, como uma única conta de administrador que controla tudo, não acrescentam profundidade. Os diagramas precisam ser atualizados à medida que os sistemas mudam.

Exercícios

Síntese

As arquiteturas devem mostrar as fronteiras de confiança, os controles em camadas e cada chave, para que a criptografia seja posicionada onde mais protege.

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