Capítulo 26 — Arquitetura e engenharia de segurança: passagem operacional
Mapa da aula
Aula 26 publicada. Mapa, exemplo, EX076.
flowchart TD
N0["26.1 Quem opera depois"]
N1["26.2 Runbooks"]
N2["26.3 Verificação de prontidão"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3
N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
EX --> Q["Exercício EX076"]
Desenho lógico
flowchart LR
N0["26.1 Quem opera depois"]
N1["26.2 Runbooks"]
N2["26.3 Verificação de prontidão"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX076"]
[26.1 Quem opera depois]
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[26.2 Runbooks]
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[26.3 Verificação de prontidão]
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[Síntese]
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[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX076]
Objetivos de aprendizagem
Você vai (1) preparar a equipe de operações da Brightwater para operar os novos controles; (2) escrever runbooks; (3) confirmar a prontidão antes da passagem.
26.1 Quem opera depois
O estágio de Tomás vai terminar, e a equipe de TI de duas pessoas da Brightwater precisará operar os controles que ele ajudou a introduzir. Ele lista cada controle e rotina: revisão semanal de alertas, atualizações mensais, o script de desligados, as verificações de manifestos, os backups e testes de restauração, as aprovações das sessões do fornecedor e as revisões trimestrais de acesso. Para cada um, nomeia o futuro responsável e o substituto. Sem uma passagem planejada, os controles introduzidos por um trabalhador temporário tendem a se deteriorar em poucos meses, porque ninguém mais sabe por que existem nem como operá-los.
26.2 Runbooks
Tomás escreve um runbook para cada rotina: propósito, quando executá-la, instruções passo a passo, como é a saída normal, o que fazer se falhar e para quem ligar. Ele mantém cada um com uma ou duas páginas, com capturas de tela. Ele pede a uma colega de Sam que siga sem ajuda o runbook de restauração de backup. Ela trava numa etapa em que faltava a indicação de onde fica uma senha, e Tomás corrige o runbook. Testar os runbooks com as pessoas que vão usá-los é a única forma de saber se eles funcionam.
26.3 Verificação de prontidão
Antes de sair, Tomás e Sam fazem uma verificação de prontidão. Cada responsável executa sua rotina uma vez, enquanto Tomás observa em silêncio. Todas as rotinas são concluídas, embora a aprovação do fornecedor demore mais do que o esperado porque o papel do aprovador não estava claro. Eles o esclarecem por escrito. Sam aprova a passagem. Tomás deixa seus contatos para dúvidas durante o primeiro mês. Ruth observa que uma boa passagem se mede por quão pouco a pessoa que sai é necessária depois. O registro de prontidão, com os tempos e o papel do aprovador esclarecido, é arquivado com o pacote de passagem para referência futura.
Exemplo resolvido
Tomás lista os controles com responsáveis e substitutos, escreve runbooks testados e faz uma verificação silenciosa de prontidão antes da aprovação.
Caso sintético. As rotinas e as pessoas são sintéticas.
Erros e limites
Os runbooks envelhecem conforme os sistemas mudam. Equipes de duas pessoas são frágeis durante as férias.
Exercícios
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EX076 — Por que a passagem. Por que os controles se deterioram sem passagem? Rubrica: 3 = ninguém mais sabe por que existem nem como operá-los;; 2 = conhecimento;; 1 = vago;; 0 = nenhuma.
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EX077 — Teste do runbook. O que o teste do runbook de restauração revelou? Rubrica: 3 = uma etapa sem a indicação de onde fica a senha;; 2 = lacuna;; 1 = vago;; 0 = nenhuma.
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EX078 — Medida da passagem. Como se mede uma boa passagem? Rubrica: 3 = por quão pouco a pessoa que sai é necessária depois;; 2 = independência;; 1 = extensão;; 0 = nenhuma.
Síntese
O repasse operacional dá certo com donos nomeados, runbooks testados e uma verificação de prontidão antes da saída.
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