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Tecnólogo · Capítulo 4 · Português
Código do curso: OCA-077Capítulo 04: OCA-077-C004

Capítulo 4 — Modelos de dados

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Mapa da aula

Aula 04 publicada. Mapa, exemplo, EX010.

flowchart TD
  N0["4.1 Modelar os objetos de confiança"]
  N1["4.2 Projetar a tabela"]
  N2["4.3 Manter os segredos de fora"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3
  N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
  EX --> Q["Exercício EX010"]

Desenho lógico

flowchart LR
  N0["4.1 Modelar os objetos de confiança"]
  N1["4.2 Projetar a tabela"]
  N2["4.3 Manter os segredos de fora"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX010"]
[4.1 Modelar os objetos de confiança]
    |
    v
[4.2 Projetar a tabela]
    |
    v
[4.3 Manter os segredos de fora]
    |
    v
[Síntese]
    |
    v
[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX010]

Objetivos de aprendizagem

Você vai (1) modelar certificados, chaves e donos como dados; (2) projetar uma tabela de inventário simples; (3) manter valores sensíveis fora dos inventários.

4.1 Modelar os objetos de confiança

Rosa projeta um modelo de dados para os certificados e as chaves da prefeitura. Um registro de certificado guarda o nome do host, o emissor, o número de série, a data de expiração, o método de renovação e o dono. Um registro de chave guarda sua finalidade, o algoritmo, a localização, a data de criação e o dono. Cada registro tem um identificador único, e os certificados se ligam à chave que usam. Ela deliberadamente não armazena chaves privadas nem segredos no modelo: o inventário descreve as chaves, nunca as contém. A SP 800-57 Part 1 enfatiza que as organizações precisam conhecer suas chaves, e um modelo bem projetado é o primeiro passo para esse conhecimento.

4.2 Projetar a tabela

Usando um banco de dados leve, Rosa cria tabelas para certificados, chaves, donos e serviços, com relacionamentos entre elas. Ela acrescenta restrições: todo certificado precisa ter um dono e uma data de expiração; o método de renovação precisa ser acme, internal-ca ou manual. As restrições capturam os erros no momento da entrada, e não durante uma indisponibilidade. Ela importa as planilhas existentes e encontra trinta linhas sem dono, que sinaliza para acompanhamento. Owen observa que o próprio ato de carregar os dados num modelo mais rigoroso costuma revelar mais do que qualquer relatório.

4.3 Manter os segredos de fora

Um colega pergunta se o inventário não poderia também guardar as senhas das contas de serviço, "para manter tudo num lugar só". Rosa explica por que não: o inventário é lido por muitas pessoas, exportado para relatórios e copiado amplamente em backups, de modo que guardar segredos ali os exporia. Os segredos pertencem a um repositório de segredos dedicado, com controle de acesso e logs de auditoria. O inventário pode registrar onde um segredo está guardado e quem é seu dono. Separar a descrição do segredo é um padrão que ela vai reutilizar em todos os sistemas que projetar.

Exemplo resolvido

O modelo de inventário de Rosa liga certificados, chaves, donos e serviços com restrições, encontra trinta linhas sem dono e se recusa a guardar senhas de serviço.

Caso sintético. O inventário é inventado; a SP 800-57 Part 1 é real.

Erros e limites

Inventários se degradam sem atualizações vindas da automação. Misturar segredos aos dados descritivos os expõe amplamente.

Exercícios

Síntese

Um modelo de dados claro para os objetos de confiança, imposto com restrições e mantido livre de segredos, torna as chaves e os certificados gerenciáveis.

Respostas comentadas

EX010. Nome do host, emissor, data de expiração e dono.

EX011. Elas barram registros incompletos no momento da entrada, antes que dados ausentes causem uma indisponibilidade.

EX012. O inventário é lido, exportado e copiado em backups amplamente, então os segredos ficariam expostos; eles pertencem a um repositório de segredos.