Mapa da aula
Aula 04 publicada. Mapa, exemplo, EX010.
flowchart TD
N0["4.1 Modelar os objetos de confiança"]
N1["4.2 Projetar a tabela"]
N2["4.3 Manter os segredos de fora"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3
N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
EX --> Q["Exercício EX010"]
Desenho lógico
flowchart LR
N0["4.1 Modelar os objetos de confiança"]
N1["4.2 Projetar a tabela"]
N2["4.3 Manter os segredos de fora"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX010"]
[4.1 Modelar os objetos de confiança]
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[4.2 Projetar a tabela]
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[4.3 Manter os segredos de fora]
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v
[Síntese]
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[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX010]
Objetivos de aprendizagem
Você vai (1) modelar certificados, chaves e donos como dados; (2) projetar uma tabela de inventário simples; (3) manter valores sensíveis fora dos inventários.
4.1 Modelar os objetos de confiança
Rosa projeta um modelo de dados para os certificados e as chaves da prefeitura. Um registro de certificado guarda o nome do host, o emissor, o número de série, a data de expiração, o método de renovação e o dono. Um registro de chave guarda sua finalidade, o algoritmo, a localização, a data de criação e o dono. Cada registro tem um identificador único, e os certificados se ligam à chave que usam. Ela deliberadamente não armazena chaves privadas nem segredos no modelo: o inventário descreve as chaves, nunca as contém. A SP 800-57 Part 1 enfatiza que as organizações precisam conhecer suas chaves, e um modelo bem projetado é o primeiro passo para esse conhecimento.
4.2 Projetar a tabela
Usando um banco de dados leve, Rosa cria tabelas para certificados, chaves, donos e serviços, com relacionamentos entre elas. Ela acrescenta restrições: todo certificado precisa ter um dono e uma data de expiração; o método de renovação precisa ser acme, internal-ca ou manual. As restrições capturam os erros no momento da entrada, e não durante uma indisponibilidade. Ela importa as planilhas existentes e encontra trinta linhas sem dono, que sinaliza para acompanhamento. Owen observa que o próprio ato de carregar os dados num modelo mais rigoroso costuma revelar mais do que qualquer relatório.
4.3 Manter os segredos de fora
Um colega pergunta se o inventário não poderia também guardar as senhas das contas de serviço, "para manter tudo num lugar só". Rosa explica por que não: o inventário é lido por muitas pessoas, exportado para relatórios e copiado amplamente em backups, de modo que guardar segredos ali os exporia. Os segredos pertencem a um repositório de segredos dedicado, com controle de acesso e logs de auditoria. O inventário pode registrar onde um segredo está guardado e quem é seu dono. Separar a descrição do segredo é um padrão que ela vai reutilizar em todos os sistemas que projetar.
Exemplo resolvido
O modelo de inventário de Rosa liga certificados, chaves, donos e serviços com restrições, encontra trinta linhas sem dono e se recusa a guardar senhas de serviço.
Caso sintético. O inventário é inventado; a SP 800-57 Part 1 é real.
Erros e limites
Inventários se degradam sem atualizações vindas da automação. Misturar segredos aos dados descritivos os expõe amplamente.
Exercícios
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EX010 — Campos do certificado. Liste quatro campos de um registro de certificado.
Mostrar critérios de avaliação
Rubrica: 3 = quatro entre host, emissor, série, expiração, método de renovação, dono;; 2 = três;; 1 = um;; 0 = nenhuma. -
EX011 — Benefício das restrições. Por que acrescentar restrições, como exigir um dono?
Mostrar critérios de avaliação
Rubrica: 3 = capturar os erros na entrada, e não durante as indisponibilidades;; 2 = erros cedo;; 1 = mais lento;; 0 = nenhuma. -
EX012 — Pedido das senhas. Por que as senhas de serviço não podem ir para o inventário?
Mostrar critérios de avaliação
Rubrica: 3 = é lido, exportado e copiado amplamente; os segredos pertencem a um repositório de segredos;; 2 = exposição;; 1 = tudo bem;; 0 = nenhuma.
Síntese
Um modelo de dados claro para os objetos de confiança, imposto com restrições e mantido livre de segredos, torna as chaves e os certificados gerenciáveis.