Capítulo 15 — Criptografia e serviços de confiança: laboratório guiado
Mapa da aula
Aula 15 publicada. Mapa, exemplo, EX043.
flowchart TD
N0["15.1 Montagem do laboratório"]
N1["15.2 Emitir e validar"]
N2["15.3 Observar as falhas"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3
N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
EX --> Q["Exercício EX043"]
Desenho lógico
flowchart LR
N0["15.1 Montagem do laboratório"]
N1["15.2 Emitir e validar"]
N2["15.3 Observar as falhas"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX043"]
[15.1 Montagem do laboratório]
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[15.2 Emitir e validar]
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[15.3 Observar as falhas]
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[Síntese]
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[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX043]
Objetivos de aprendizagem
Você vai (1) montar uma autoridade certificadora de teste num laboratório; (2) emitir e validar certificados de servidor; (3) observar com segurança as falhas comuns de validação.
15.1 Montagem do laboratório
Num laboratório guiado, Rosa monta uma rede de teste isolada com uma autoridade certificadora privada criada com ferramentas padrão de código aberto, um servidor web de teste e um cliente. O laboratório usa apenas domínios de teste e chaves descartáveis. Ela cria um certificado raiz mantido offline no laboratório, um intermediário para a emissão e um certificado de servidor para test.harbourview.example. Ela registra cada comando e sua finalidade no caderno de laboratório, para que o procedimento possa ser repetido e revisado. A rede do laboratório não tem rota para os sistemas da prefeitura, então nada do que é feito ali pode afetar serviços reais ou cidadãos reais.
15.2 Emitir e validar
Rosa configura o servidor de teste com seu certificado e o intermediário e instala no cliente apenas a raiz do laboratório. As conexões funcionam com TLS 1.3. Ela então examina os campos do certificado em relação à RFC 5280: nome alternativo do titular, uso da chave, uso estendido da chave para autenticação de servidor e datas de validade. Ela aprende que os navegadores se apoiam nos nomes alternativos do titular, e não no campo mais antigo de nome comum, e corrige um certificado que tinha gerado inicialmente apenas com um nome comum. Ela também confere que o uso da chave permite apenas assinaturas digitais, para que o certificado do servidor não possa ser usado indevidamente para assinar outros certificados.
15.3 Observar as falhas
Rosa quebra a montagem de propósito, uma mudança de cada vez: remove o intermediário do servidor, deixa expirar um certificado de vida curta, solicita um nome de host diferente e remove a raiz do cliente. Cada mudança produz um erro distinto, que ela registra ao lado do guia de erros e causas do Capítulo 2. Ver as falhas num laboratório seguro as torna reconhecíveis em produção. Owen enfatiza que esse laboratório ensina a operar ferramentas padrão; ele não ensina a construir uma autoridade de produção, que exige políticas, hardware e auditoria cuidadosos.
Exemplo resolvido
Rosa monta uma AC de laboratório com raiz offline e intermediário, corrige um certificado sem nomes alternativos do titular e registra quatro falhas provocadas.
Caso sintético. O laboratório é inventado; a RFC 5280 é real.
Erros e limites
As autoridades de laboratório não têm os controles das de produção. Nunca instale raízes de laboratório em máquinas de produção.
Exercícios
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EX043 — Hierarquia do laboratório. Que hierarquia a autoridade do laboratório usa? Rubrica: 3 = raiz offline, intermediário emissor, certificado de servidor;; 2 = três níveis;; 1 = um;; 0 = nenhuma.
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EX044 — Campo do nome. Em que campo do certificado os navegadores se apoiam para os nomes de host? Rubrica: 3 = nome alternativo do titular, e não nome comum;; 2 = SAN;; 1 = CN;; 0 = nenhuma.
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EX045 — Falhas provocadas. Liste três falhas que Rosa provocou. Rubrica: 3 = três entre intermediário ausente, certificado expirado, nome de host errado, raiz ausente;; 2 = duas;; 1 = uma;; 0 = nenhuma.
Síntese
Uma autoridade de laboratório segura torna familiares a estrutura dos certificados e suas falhas antes que elas apareçam em produção.
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