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Engenharia · Capítulo 19 · Português

Capítulo 19 — Identidade e criptografia

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Capítulo 19 — Identidade e criptografia

Mapa da aula

Aula 19 publicada. Mapa, exemplo, EX055.

flowchart TD
  N0["19.1 Três tipos de identidade"]
  N1["19.2 Posicionar a criptografia"]
  N2["19.3 Gestão de chaves como serviço"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3
  N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
  EX --> Q["Exercício EX055"]

Desenho lógico

flowchart LR
  N0["19.1 Três tipos de identidade"]
  N1["19.2 Posicionar a criptografia"]
  N2["19.3 Gestão de chaves como serviço"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX055"]
[19.1 Três tipos de identidade]
    |
    v
[19.2 Posicionar a criptografia]
    |
    v
[19.3 Gestão de chaves como serviço]
    |
    v
[Síntese]
    |
    v
[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX055]

Objetivos de aprendizagem

Você vai (1) projetar fluxos de identidade para funcionários, passageiros e dispositivos; (2) posicionar mecanismos criptográficos na arquitetura; (3) planejar a gestão de chaves como um serviço de arquitetura.

19.1 Três tipos de identidade

A Corvia tem identidades de funcionários num diretório corporativo, identidades de passageiros no sistema de contas do aplicativo e identidades de dispositivos para validadores e veículos. Cada uma precisa de um projeto diferente. Os funcionários usam single sign-on com autenticação multifator. Os passageiros usam contas no aplicativo com passkeys opcionais, e muitos viajam anonimamente com cartões. Os dispositivos se autenticam com certificados emitidos pela autoridade interna da Corvia e armazenados em secure elements. Sofia desenha os três fluxos num único diagrama e descobre que uma conta de suporte compartilhada de um fornecedor contorna o single sign-on dos funcionários, uma lacuna de identidade que mina o projeto forte nas demais partes.

19.2 Posicionar a criptografia

Sofia lista onde a criptografia protege o sistema. O TLS da RFC 8446 protege o tráfego do aplicativo e da web. Uma VPN protege os enlaces dos veículos. Os validadores assinam os registros de validação para que o back-office consiga detectar adulterações. Os dados de pagamento são tokenizados pelo provedor de pagamentos, de modo que a Corvia nunca armazena números de cartão. Os bancos de dados são criptografados em repouso. Cada mecanismo atende a um objetivo específico da classificação do capítulo 13. Ela aprende que o trabalho de um arquiteto é escolher e posicionar mecanismos padronizados, não projetar novos, e que todo mecanismo traz obrigações de gestão de chaves que a arquitetura precisa cumprir.

19.3 Gestão de chaves como serviço

As chaves precisam de geração, armazenamento, distribuição, rotação, revogação e destruição. O NIST SP 800-57 Part 1 Rev. 5 dá orientações sobre essas fases e sobre os criptoperíodos. Sofia propõe tratar a gestão de chaves como um serviço de arquitetura com responsável próprio, HSMs para as chaves raiz e de assinatura e procedimentos documentados para cada fase. Isso se liga de volta à lacuna encontrada no capítulo 18. Daniel concorda e acrescenta que o serviço precisa ser testado em exercícios de rotação e de recuperação, porque uma gestão de chaves que nunca foi exercitada costuma falhar na primeira vez em que é necessária.

Exemplo resolvido

Sofia diagrama as identidades de funcionários, passageiros e dispositivos, encontra uma conta compartilhada de fornecedor que contorna o single sign-on, lista cinco mecanismos criptográficos posicionados e propõe a gestão de chaves como um serviço com responsável.

Caso sintético. As identidades e os mecanismos são sintéticos; a RFC 8446 e o SP 800-57 Part 1 Rev. 5 são reais.

Erros e limites

Passkeys e certificados ainda dependem de processos de recuperação que podem ser abusados. Os HSMs acrescentam custo e complexidade operacional.

Exercícios

Síntese

Identidade e criptografia são serviços arquiteturais cujos fluxos, posicionamentos e ciclos de vida de chaves precisam ser projetados e ter donos.

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