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Engenharia · Capítulo 37 · Português

Capítulo 37 — Criptografia e serviços de confiança: operações

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Capítulo 37 — Criptografia e serviços de confiança: operações

Mapa da aula

Aula 37 publicada. Mapa, exemplo, EX109.

flowchart TD
  N0["37.1 Runbooks de rotina"]
  N1["37.2 Rotação sem indisponibilidade"]
  N2["37.3 Incidentes com chaves"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3
  N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
  EX --> Q["Exercício EX109"]

Desenho lógico

flowchart LR
  N0["37.1 Runbooks de rotina"]
  N1["37.2 Rotação sem indisponibilidade"]
  N2["37.3 Incidentes com chaves"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX109"]
[37.1 Runbooks de rotina]
    |
    v
[37.2 Rotação sem indisponibilidade]
    |
    v
[37.3 Incidentes com chaves]
    |
    v
[Síntese]
    |
    v
[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX109]

Objetivos de aprendizagem

Você vai (1) escrever runbooks operacionais para tarefas rotineiras com chaves; (2) rotacionar chaves sem indisponibilidade; (3) tratar incidentes que envolvem chaves.

37.1 Runbooks de rotina

Aiyana escreve runbooks para as tarefas de rotina: rotacionar as chaves das leituras, renovar os certificados do gateway, acrescentar um custodiante, substituir um HSM e responder a alertas de falhas de verificação. Cada runbook lista pré-condições, passos, verificações e rollback. Ela testa cada um com um operador que não o escreveu e revisa os passos pouco claros. Os runbooks transformam o conhecimento especializado em operações repetíveis e reduzem os erros às 3 da manhã, quando os incidentes parecem acontecer. Eles também dão aos auditores evidências de que os procedimentos existem e são seguidos. Cada runbook nomeia seu dono e a data em que foi exercitado pela última vez.

37.2 Rotação sem indisponibilidade

Rotacionar as chaves das leituras de 50.000 medidores não pode acontecer de uma só vez. Aiyana projeta uma validade sobreposta: o serviço de chaves deriva as chaves da versão 4 e as envia aos medidores em ondas; o faturamento aceita tags das versões 3 e 4 durante a transição; depois que todos os medidores confirmam, a versão 3 é desativada e usada apenas para verificar leituras históricas. A versão da chave em cada mensagem, acrescentada no Ateliê de projeto I, torna isso possível. O monitoramento acompanha a proporção de leituras na nova versão, dando aos operadores uma visão clara do progresso.

37.3 Incidentes com chaves

Quando um técnico relata a perda de uma ferramenta portátil, a equipe de Aiyana segue o runbook de incidentes com chaves: confirmar o que a ferramenta podia acessar, que, segundo o Capítulo 34, são apenas blobs cifrados; revogar as credenciais da própria ferramenta; revisar os logs em busca de uso indevido; e registrar o incidente. Como as ferramentas portáteis nunca guardam chaves de medidor, nenhuma rotação nos medidores é necessária. Ela contrasta isso com um incidente hipotético em que vazam as credenciais de um administrador do serviço de chaves, o que exigiria uma rotação mais ampla. Projetos que limitam o que cada componente guarda tornam os incidentes pequenos.

Exemplo resolvido

Os runbooks de Aiyana são testados por outros operadores, as chaves das leituras da versão 4 são implantadas com aceitação sobreposta e a perda de uma ferramenta portátil é contida sem rotação nos medidores.

Caso sintético. Os incidentes e as versões são inventados.

Erros e limites

Períodos de sobreposição que nunca terminam deixam chaves antigas ativas. Os runbooks precisam ser atualizados depois de cada uso.

Exercícios

Síntese

Runbooks testados, rotação com sobreposição e projetos que limitam o que os componentes guardam tornam as operações criptográficas tranquilas e os incidentes pequenos.

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