Capítulo 9 — Arquitetura e engenharia de segurança: ferramentas e métodos
Mapa da aula
Aula 09 publicada. Mapa, exemplo, EX033.
flowchart TD
N0["9.1 Revisões por checklist"]
N1["9.2 Um modelo de ameaças simples"]
N2["9.3 Escolher os métodos"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3
N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
EX --> Q["Exercício EX033"]
Desenho lógico
flowchart LR
N0["9.1 Revisões por checklist"]
N1["9.2 Um modelo de ameaças simples"]
N2["9.3 Escolher os métodos"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX033"]
[9.1 Revisões por checklist]
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[9.2 Um modelo de ameaças simples]
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[9.3 Escolher os métodos]
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v
[Síntese]
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[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX033]
Objetivos de aprendizagem
Você vai (1) usar um método de checklist nas revisões de configuração; (2) usar um modelo de ameaças simples; (3) escolher o método certo para a tarefa.
9.1 Revisões por checklist
Para o trabalho de rotina, Nadia usa checklists. Ela monta um para os PCs das clínicas com base na baseline de segurança do fornecedor do sistema operacional: atualizações em dia, criptografia de disco ativada, firewall ativado, nenhum administrador local no uso diário, bloqueio de tela configurado e antivírus ativo. Os checklists são rápidos e consistentes, e servem para tarefas repetidas nas cinco clínicas. Daniel alerta que os checklists só encontram o que listam, então servem para configurações conhecidas, e não para projetos novos, em que é preciso um método de modelagem de ameaças para descobrir o que verificar.
9.2 Um modelo de ameaças simples
Quando a Linden planeja o agendamento online para os pacientes, Nadia aplica ao projeto o STRIDE de Shostack (2014). Ela pergunta, para cada parte: alguém consegue se passar por um paciente, alterar um agendamento, negar ter feito um, ver os agendamentos de outros pacientes, inundar o sistema ou obter direitos da equipe? O método descobre que o projeto preliminar mostra os nomes de outros pacientes no calendário de agendamento. O fornecedor altera o calendário para mostrar apenas os horários livres. Um método estruturado encontrou um problema que um checklist não teria coberto.
9.3 Escolher os métodos
Nadia escreve um guia para Grace: usar checklists para as configurações de rotina em dispositivos conhecidos; usar o STRIDE para sistemas novos e mudanças nos fluxos de dados; usar a lista de modos de falha para o planejamento de resiliência; e usar a revisão de logs para verificar o que de fato aconteceu. Cada método tem um custo em tempo. Usar o certo evita desperdiçar esforço, como modelar ameaças para a troca de uma impressora ou usar um checklist para um novo serviço online. O guia tem uma página e fica na pasta de TI. Grace acrescenta uma coluna com o tempo típico que cada método leva, para poder planejar a semana de forma realista.
Exemplo resolvido
Nadia monta um checklist para os PCs, usa o STRIDE para pegar nomes de pacientes num calendário de agendamento e escreve um guia para a escolha de métodos.
Caso sintético. O projeto de agendamento é sintético; Shostack (2014) é real.
Erros e limites
Os checklists ficam desatualizados. Os modelos de ameaças dependem de projetos exatos.
Exercícios
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EX033 — Limite do checklist. Qual é o limite de um checklist? Rubrica: 3 = só encontra o que lista;; 2 = cobertura;; 1 = vago;; 0 = nenhuma.
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EX034 — Achado do STRIDE. O que o STRIDE encontrou no projeto de agendamento? Rubrica: 3 = nomes de outros pacientes exibidos no calendário;; 2 = nomes;; 1 = vago;; 0 = nenhuma.
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EX035 — Correção do fornecedor. Como o fornecedor corrigiu o calendário? Rubrica: 3 = mostrando apenas os horários livres;; 2 = horários;; 1 = vago;; 0 = nenhuma.
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EX036 — Método para sistemas novos. Que método serve para sistemas novos? Rubrica: 3 = a modelagem de ameaças com STRIDE;; 2 = STRIDE;; 1 = checklist;; 0 = nenhuma.
Síntese
Listas de verificação servem para contextos rotineiros, enquanto modelos de ameaças servem para desenhos novos; escolher bem economiza tempo e encontra problemas reais.
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