Mapa da aula
Aula 10 publicada. Mapa, exemplo, EX046.
flowchart TD
N0["10.1 Estratégia de leitura"]
N1["10.2 Avaliar os métodos"]
N2["10.3 Relacionar à prática"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3
N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
EX --> Q["Exercício EX046"]
Desenho lógico
flowchart LR
N0["10.1 Estratégia de leitura"]
N1["10.2 Avaliar os métodos"]
N2["10.3 Relacionar à prática"]
N3["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX046"]
[10.1 Estratégia de leitura]
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v
[10.2 Avaliar os métodos]
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v
[10.3 Relacionar à prática]
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v
[Síntese]
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v
[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX046]
Objetivos de aprendizagem
Você vai (1) ler pesquisas de GRC com olhar crítico; (2) avaliar métodos e afirmações; (3) relacionar os achados à prática.
10.1 Estratégia de leitura
Daniel lê quatro fontes: Gordon e Loeb (2002), sobre a economia do investimento em segurança; Cox (2008), sobre matrizes de risco; Spears e Barki (2010), sobre a participação dos usuários na gestão de riscos de segurança; e Hubbard e Seiersen (2016), sobre mensuração. Para cada uma, registra a pergunta, o método, os dados, a afirmação principal e os limites. Ele aprende que ler pesquisas para a prática significa perguntar não só se uma afirmação é verdadeira, mas se ela se aplica ao contexto da sua organização. Registrar os mesmos cinco campos para cada fonte facilita comparar os trabalhos analíticos, de survey e baseados na prática que vêm a seguir.
10.2 Avaliar os métodos
Gordon e Loeb oferecem um modelo analítico com premissas sobre as funções de vulnerabilidade e de perda; a ideia de que o investimento ótimo é limitado é robusta, mas os números exatos dependem das premissas. Cox analisa propriedades matemáticas das matrizes; suas conclusões são lógicas, e não empíricas. Spears e Barki usam dados de survey e entrevistas com gestores; os achados dependem do contexto. Hubbard e Seiersen sintetizam prática e pesquisa para defender a quantificação. Daniel observa os diferentes tipos de evidência de cada um. Um argumento lógico como o de Cox pode mostrar que as matrizes enganam em princípio, mas não diz com que frequência enganaram o comitê da Halbrook.
10.3 Relacionar à prática
Daniel relaciona cada fonte à Halbrook. Gordon e Loeb apoiam comparar os investimentos com a redução esperada de perdas. Cox apoia abandonar as matrizes nos relatórios ao conselho. Spears e Barki apoiam envolver os donos de negócio nas decisões de risco de fornecedores, o que os níveis fizeram. Hubbard e Seiersen apoiam o treinamento de calibração para quem estima. Ele escreve uma crítica observando que nenhuma estudou diretamente a supervisão de fornecedores de uma seguradora, de modo que sua própria avaliação acrescenta evidência local. A avaliação dos níveis em vinte revisões é a evidência local que as fontes publicadas não podiam oferecer.
Exemplo resolvido
Daniel lê quatro fontes, registra método e limites, distingue evidência analítica de empírica e liga cada uma à prática da Halbrook.
Caso sintético. A crítica é sintética; as quatro fontes são reais.
Erros e limites
Os resumos simplificam as fontes. Os contextos diferem do da Halbrook.
Exercícios
- EX046 — Campos de leitura. O que Daniel registra para cada fonte?
Mostrar critérios de avaliação
Rubrica: 3 = pergunta, método, dados, afirmação principal, limites;; 2 = cinco;; 1 = vago;; 0 = nenhuma. - EX047 — Evidência de Cox. Que tipo de evidência Cox (2008) oferece?
Mostrar critérios de avaliação
Rubrica: 3 = análise lógica das propriedades das matrizes;; 2 = analítica;; 1 = empírica;; 0 = nenhuma. - EX048 — Método de Spears. Que método Spears e Barki (2010) usam?
Mostrar critérios de avaliação
Rubrica: 3 = dados de survey e entrevistas com gestores;; 2 = survey;; 1 = vago;; 0 = nenhuma. - EX049 — Gordon-Loeb na prática. Como o trabalho de Gordon e Loeb se aplica na Halbrook?
Mostrar critérios de avaliação
Rubrica: 3 = comparar investimentos com a redução esperada de perdas;; 2 = investimento;; 1 = vago;; 0 = nenhuma. - EX050 — Lacuna de pesquisa. Que lacuna a avaliação de Daniel preenche?
Mostrar critérios de avaliação
Rubrica: 3 = nenhuma estudou diretamente a supervisão de fornecedores de seguradoras;; 2 = evidência local;; 1 = vago;; 0 = nenhuma.
Síntese
A leitura crítica separa os tipos de evidência e verifica se as descobertas se aplicam ao contexto.