Capítulo 21 — Segurança de TO, IoT e sistemas ciberfísicos: integração de serviços
Mapa da aula
Aula 21 publicada. Mapa, exemplo, EX061.
flowchart TD
N0["21.1 O negócio quer dados"]
N1["21.2 Padrões"]
N2["21.3 Segurança de APIs"]
N3["21.4 Dependências"]
N4["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> N4
N4 --> EX["Exemplo resolvido"]
EX --> Q["Exercício EX061"]
Desenho lógico
flowchart LR
N0["21.1 O negócio quer dados"]
N1["21.2 Padrões"]
N2["21.3 Segurança de APIs"]
N3["21.4 Dependências"]
N4["Síntese"]
N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> N4 --> Q["EX061"]
[21.1 O negócio quer dados]
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[21.2 Padrões]
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[21.3 Segurança de APIs]
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[21.4 Dependências]
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[Síntese]
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[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX061]
Objetivos de aprendizagem
Você vai (1) integrar dados de TO com serviços de negócio sem abrir caminhos para o controle; (2) desenhar transferências de dados unidirecionais ou intermediadas; (3) proteger conexões de API com serviços em nuvem; e (4) documentar as dependências das integrações.
21.1 O negócio quer dados
Os clientes querem certificados de temperatura das mercadorias armazenadas; o financeiro quer o consumo de energia dos compressores; o sistema de logística quer o estado das portas da doca. Cada pedido tenta alguém a ligar um sistema de negócio direto num CLP. O princípio de integração é: sistemas de negócio leem cópias na DMZ ou na nuvem, nunca diretamente a zona de controle. A macro de energia do OFFICE-7 foi essa tentação na prática: ela lia as horas de funcionamento dos compressores direto do PLC-R2 até Priya movê-la para a réplica. As consultas da macro também acrescentavam carga ao PLC-R2 em horários que ninguém tinha planejado.
21.2 Padrões
A replicação do historiador empurra dados da zona de controle para uma réplica na DMZ (Capítulo 8). Para garantias mais fortes, um diodo de dados ou gateway unidirecional só permite tráfego num sentido, por projeto de hardware. Para serviços em nuvem, o gateway inicia conexões TLS de saída e nunca aceita conexões de entrada. A integração por arquivos — uma exportação CSV noturna para uma pasta compartilhada — é aceitável se o compartilhamento ficar na DMZ e for somente escrita a partir do lado do controle. Na NCS, o HIST empurra para a réplica na DMZ, e o GW-LOG alcança a nuvem do fornecedor só de saída, pela regra 21.
21.3 Segurança de APIs
A geração dos certificados para clientes usa a API em nuvem do fornecedor dos registradores. Use uma chave de API dedicada por integração, com menor privilégio (ler temperaturas de salas específicas), guarde-a num cofre de segredos, faça a sua rotação e registre o seu uso. Nunca embuta chaves em planilhas ou scripts em drives compartilhados. Para os certificados dos clientes da NCS, a chave teria escopo limitado à leitura das temperaturas das salas que as mercadorias daquele cliente ocupam, ficaria guardada na entrada do cofre referenciada na tabela de ativos, teria rotação pelo menos anual e a cada mudança de pessoal, e o seu uso seria registrado para que um padrão incomum, como leituras de todas as salas, aparecesse. Uma chave encontrada numa planilha no drive compartilhado daria a qualquer pessoa com acesso ao drive o histórico de todas as salas.
21.4 Dependências
Escreva as dependências de cada integração: a nuvem do fornecedor, o DNS, os certificados, a chave de API, o compartilhamento na DMZ. Quando uma quebra, você sabe o que mais para. Para a integração de certificados na NCS: a nuvem do fornecedor dos registradores e a sua API, o DNS do nome da nuvem, a cadeia de certificados TLS, a chave de API no cofre e o compartilhamento na DMZ onde os certificados gerados chegam. O certificado expirado do LOG-03 no Capítulo 22 lembra que uma dependência pode falhar em silêncio: o registrador parou de enviar dados em 5 de outubro, e o certificado do cliente para aquela sala teria uma lacuna de sete dias sem o histórico da sonda do CLP no HIST.
Exemplo resolvido (NCS sintética)
A macro de energia da equipe financeira (Capítulo 12) é refeita: o HIST empurra de hora em hora as horas de funcionamento dos compressores para a réplica na DMZ; o relatório do financeiro lê a réplica por HTTPS com uma conta somente leitura. A ferramenta de certificados para clientes usa uma chave de API com escopo de leitura apenas dos dados de temperatura das salas com contratos ativos, com rotação a cada 90 dias.
Caso sintético — Northgate Cold Storage. As integrações são inventadas.
Erros e limites
Protocolos "somente leitura" ainda podem sobrecarregar um dispositivo se consultados com frequência demais; consulte o historiador, não o CLP. Diodos de dados exigem configuração cuidadosa para protocolos que esperam confirmações.
Exercícios
- EX061 — Escolhendo um padrão. A logística quer o estado das portas da doca a cada minuto. Qual padrão, e por quê? Rubrica: 3 = historiador/réplica na DMZ ou envio unidirecional, sem acesso direto ao CLP; 2 = só o padrão; 1 = consulta direta; 0 = nada.
- EX062 — Definindo o escopo de uma chave de API. Escreva o escopo da chave de API da ferramenta de certificados. Rubrica: 3 = somente leitura, salas/clientes específicos, sem escrita/administração, rotação; 2 = parcial; 1 = acesso total; 0 = nada.
- EX063 — Uma lista de dependências da integração. Liste quatro dependências da integração de certificados para clientes. Rubrica: 3 = quatro relevantes; 2 = três; 1 = uma ou duas; 0 = nada.
Síntese
A integração dá ao negócio os seus dados por meio de cópias, caminhos unidirecionais e credenciais com escopo — nunca por novas portas de entrada na zona de controle.
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