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Técnico · Capítulo 15 · Português

Capítulo 15 — Criptografia e serviços de confiança: integração e dependências

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Capítulo 15 — Criptografia e serviços de confiança: integração e dependências

Mapa da aula

Aula 15 publicada. Mapa, exemplo, EX057.

flowchart TD
  N0["15.1 Mapa de dependências"]
  N1["15.2 Rotação coordenada"]
  N2["15.3 Confiança na cadeia de suprimentos"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3
  N3 --> EX["Exemplo resolvido"]
  EX --> Q["Exercício EX057"]

Desenho lógico

flowchart LR
  N0["15.1 Mapa de dependências"]
  N1["15.2 Rotação coordenada"]
  N2["15.3 Confiança na cadeia de suprimentos"]
  N3["Síntese"]
  N0 --> N1 --> N2 --> N3 --> Q["EX057"]
[15.1 Mapa de dependências]
    |
    v
[15.2 Rotação coordenada]
    |
    v
[15.3 Confiança na cadeia de suprimentos]
    |
    v
[Síntese]
    |
    v
[Exemplo resolvido] --> [Exercício EX057]

Objetivos de aprendizagem

Você vai (1) mapear as dependências criptográficas entre a Lumen e os parceiros; (2) planejar uma rotação coordenada de segredos; (3) reconhecer a confiança na cadeia de suprimentos de bibliotecas e dispositivos.

15.1 Mapa de dependências

Toda integração compartilha algo criptográfico. O processador de pagamentos e a Lumen compartilham um segredo HMAC; os armazéns parceiros confiam na chave de host SSH da Lumen e guardam suas próprias chaves de cliente; a plataforma de e-mail assina as mensagens de saída com chaves DKIM publicadas no DNS da Lumen. Tomás desenha essas ligações como um mapa de dependências, com o dono de cada lado e a pessoa de contato para as mudanças. Quando uma chave de um lado muda, o outro lado também precisa ser atualizado, ou a integração quebra. O mapa transforma indisponibilidades surpreendentes em trabalho planejado, porque cada rotação agora tem uma lista conhecida de pessoas a avisar.

15.2 Rotação coordenada

O segredo dos callbacks de pagamento está com a rotação vencendo. Tomás aprende o padrão de sobreposição: a Lumen configura o portal para aceitar tanto o segredo antigo quanto o novo, o processador passa a assinar com o novo segredo, a Lumen confirma que os callbacks são verificados com o novo e só então remove o antigo. Cada passo é registrado com o horário e as evidências. Sem sobreposição, há uma janela em que callbacks válidos falham e pedidos são marcados erroneamente como não pagos. Ele escreve o plano como uma lista de verificação curta, que as duas equipes assinam antes de a janela de manutenção começar.

15.3 Confiança na cadeia de suprimentos

A Lumen não escreve código de TLS nem de SSH; ela depende dos pacotes do sistema operacional, do Python, do OpenSSL e do firmware do fornecedor dos coletores. Uma vulnerabilidade em qualquer um deles é uma vulnerabilidade na Lumen. Tomás assina os avisos de segurança desses componentes e registra as versões no inventário, para que, quando aparecer um aviso, ele consiga dizer em minutos quais hosts estão afetados. Ele também aprende que instalar uma biblioteca a partir de um espelho não oficial ou copiar um binário de um fórum acrescenta confiança numa parte desconhecida, exatamente o tipo de risco que o modelo de confiança do capítulo 6 tenta tornar visível.

Exemplo resolvido

Tomás mapeia cinco integrações criptográficas, escreve uma lista de verificação de rotação com sobreposição para o segredo de pagamento e liga as versões dos componentes aos feeds de avisos.

Caso sintético. Os parceiros, os contatos e as versões são sintéticos.

Erros e limites

Os parceiros podem não suportar a sobreposição e exigir uma troca abrupta. Os feeds de avisos podem ficar atrás da divulgação pública.

Exercícios

Síntese

As integrações tornam as chaves dependências compartilhadas, então as rotações precisam de sobreposição e todo componente fornecido precisa ter suas versões acompanhadas.

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